A primeira pergunta que faço na avaliação é “Por que Inglês?”. Acreditem, a resposta mais comum não é “Porque quando viajo não entendo nada.”; ou “Porque quero assistir filmes e ouvir músicas, mas não entendo.”; nem “Porque eu gosto, mas nunca tive tempo para estudar.” Não! Nenhum motivo pessoal, o mais corriqueiro é uma demanda externa: “Porque todos na minha casa falam, menos eu.”; “Porque meu chefe disse que preciso aprender.”; “Porque preciso fazer uma prova de proficiência, pedida pelo programa de mestrado.”, ou seja, a maioria escolhe fazer Inglês pelo motivo mais errado possível, obrigação. Convido o meu leitor para entender as implicações desta escolha errática.
Começo explicando que não é sem valor que pessoas aprimorem seu currículo por pleito exterior, isso é mais comum que se imagina, ou você paga imposto porque quer? O meu ponto é que enquanto obrigados, fazemos curso de Inglês, ainda que resilientes, sem a motivação real que otimizaria a aprendizagem e satisfaria plenamente sua vontade. Reforço, é sim necessário que nos obriguemos a determinadas práticas para viver melhor, mas no caso desta língua, deve ser uma escolha que coloque acima da coação social o verdadeiro amor pelo conhecer, e lembrar, como já apontado em textos publicados anteriormente nessa coluna, que aprender Inglês não é decorar palavras, mas entender a cultura, a cosmovisão e a aplicabilidade prática do idioma.
Para concluir, antes de escolher estudar Inglês e não Italiano, Francês ou Alemão, busque uma razão legítima e pessoal, se propondo a estudar seriamente tudo que envolve o aprender, tempo, prática e amor pelo que estuda. Não é à toa que escolhi esse o slogan para nossa escola “KeyWay Cursos, abrindo caminhos com o saber”, se você já fez a escolha, ainda dá tempo, passe a ver sua empreitada como chave que abrirá portas, algumas que você nem sabe que existem, mas descobrirá caminhando. O primeiro passo é perguntar e responder honestamente para si mesmo, sabendo que sua resposta pode mudar sua vida: “Why English?
