
No mês de outubro, duas datas importantes ressaltam o valor de profissões que transformam vidas: o Dia do Fisioterapeuta, celebrado em 13 de outubro, quando também é comemorado o Dia Nacional do Terapeuta Ocupacional. No Espaço Clarisse Mota, essas duas áreas caminham lado a lado no cuidado de crianças atípicas, contribuindo não apenas para a saúde, mas também para o desenvolvimento humano em sua totalidade.
A terapeuta ocupacional e diretora da clínica, Clarisse Mota, explica que a profissão vai muito além de técnicas e atendimentos. “A Terapia Ocupacional é sobre enxergar a criança em sua essência, oferecendo recursos para que ela possa explorar o mundo, brincar, aprender e conquistar autonomia. É uma alegria diária poder participar de cada pequena conquista, que para as famílias e para nós profissionais têm um valor imensurável”, afirma.
Já a fisioterapeuta Franciane Pessanha destaca o impacto positivo de sua área na rotina das crianças. “No Espaço Clarisse Mota, seu filho recebe atendimento humanizado, com cuidado, acolhimento e respeito às suas necessidades. A fisioterapia, parte fundamental no acompanhamento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), contribui para o desenvolvimento da motricidade global e fina, melhora do equilíbrio, coordenação, postura e noção corporal. Além dos ganhos motores, o trabalho também favorece a autonomia, a socialização e a qualidade de vida da criança e de sua família”, ressalta.

Com dedicação, técnica e sensibilidade, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais contribuem para que crianças e famílias vivenciem jornadas mais leves e cheias de possibilidades. O Espaço Clarisse Mota se orgulha de reunir profissionais que encontram alegria em cada detalhe da evolução dos pequenos, celebrando diariamente o verdadeiro sentido dessas profissões. Segundo Clarisse Mota, a data é uma oportunidade para valorizar os profissionais. “É um momento de reconhecimento pelo impacto que fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais geram na vida de tantas pessoas. São categorias fundamentais para a saúde e para a inclusão”, conclui.
