Esta é a capa do terceiro volume do livro “Contos Russos” (Martin Claret), que está trazendo, para o Brasil, o melhor da narrativa russa em traduções feitas direto do original. O trabalho é realizado por Oleg Almeida, tradutor que, além de fina sensibilidade, vem renovando a visão dos brasileiros sobre a literatura russa, como ele mesmo já abordou em entrevista ao nosso jornal

 

 

 

 

 

 

 

Disputa de cliques

Não são poucos os internautas insatisfeitos, no Facebook, com o hábito que diversas revistas e jornais estão adotando para garantir o acesso aos seus sites. Eles fazem uma chamada sensacionalista em suas respectivas páginas ou fan pages, direcionando o usuário para o site. Mas basta clicar para ver que a notícia não era tão relevante assim...
Há de se perguntar o que essas empresas acham que estão ganhando com isso. O que desperta o interesse do público é o conteúdo relevante, honesto, sem outras intenções que não seja a nobre missão do jornalismo, que é informar o leitor. 
O que foge disso tem um nome. Chama-se charlatanismo.

Moda gourmet

A gastronomia continua em alta na região e vários restaurantes têm apostado na onda de pratos gourmet. Bom para o consumidor, que ganha melhores serviços e mais diversidade na hora de comer.


E o cinema?

Críticos de cinema têm se especializado nas séries de canais pagos da TV ou da Internet, como o Netflix. Alguns deles já escreveram artigos abordando essa mudança de perfil, alegando que Hollywood precisa renovar-se para alcançar o prestígio que já teve no mundo do entretenimento. Será o fim de uma era?


E a carne?

A polêmica da Operação Carne Fraca continua acesa e não são poucos os que criam alarmes desesperadores de forma impensada. É desnecessário. As autoridades já estão se mobilizando e isso é positivo. O burburinho maldoso da internet não pode ser a regra. Ou a crise de segurança no ES não nos ensinou nada?


Má notícia 

O Mania de Saúde tem ressaltado, em suas edições, a importância da pescaria esportiva. Antes da mera captura de peixes, ela incentiva e promove a consciência ambiental, cuja finalidade é preservar as espécies e combater os hábitos predatórios. Infelizmente, nos últimos meses, a batalha vem sido perdida para os pescadores que ainda insistem na captura desenfreada no Rio Muriaé.

Além de utilizarem redes, muitos deles passam o dia pescando de mergulho e retirando do rio dezenas de filhotes, impedindo, portanto, o crescimento das espécies. Isso é ruim em todos os aspectos e prejudica a própria imagem dos pescadores, pois há muitos que mergulham e estão dentro da lei, pescando de forma consciente e responsável, seguindo as orientações do Ibama.
A falta de fiscalização agrava o problema, principalmente diante da crise do Estado. Mas será que o município pode fazer alguma coisa para, ao menos, coibir uma prática tão danosa à natureza?
Fica a pergunta.