Uma das fortes vertentes do Urban Sketch vem sendo sua aplicação no meio acadêmico educacional. Reforçando o ensino do desenho de observação e da percepção dos estudantes envolvidos, abaixo transcrevo parte um resumo acadêmico desenvolvido em parceria com uma bolsista de ensino e apresentado como comunicação oral em recente evento científico.
“O presente trabalho científico desenvolve-se no campo da arte e cultura, em âmbito escolar como projeto de extensão, relacionado diretamente à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura e Diretoria de Extensão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense Campus Campos Centro – Campos dos Goytacazes/RJ, pelo edital no139, de 17 de dezembro de 2015. Neste contexto vem almejando a partir da aplicação do Urban Sketch, estimular e potencializar a criatividade dos participantes a partir de suas atividades de ensino. Objetivando descobrir de que formas as vivências práticas associadas à utilização da linguagem plástica do desenho de observação podem desenvolver potencialidades estéticas, colaborando para a formação integral de sujeitos históricos. Com uma metodologia baseada na abordagem qualitativa, de pesquisa-ação e observação participante. Tendo como categorias: a criatividade e o processo criativo, a formação estética e a interação social. A partir dos primeiros resultados da pesquisa, identificamos: interesse e curiosidade; uso da criatividade; interação social; improvisação; imaginação; sensibilidade; identificação; ludicidade e descontração. Como prelúdio de futuras descobertas, encontramos nas experiências expressivas desenvolvidas em campo um espaço transformador, que vem despertando um entrelace das relações cognitivas na busca de soluções estéticas. O Urban Sketch vem se revelando como uma linguagem estética inovadora, utilizando-se da expressão artística e criativa. Apresentando-se como um recurso didático transformador para o aprimoramento discente, capaz de favorecer significativamente no desenvolvimento da criatividade, percepção, estética e interação sociocultural dos participantes.”

Texto: 05/12/2016