Wagner Mendes conserta celulares danificados

Técnico e sócio-proprietário de uma loja do setor em Itaperuna, Wesley Santos afirma que a concorrência está grande e a demanda de serviços vem chamando a atenção para o mercado de assistência de celular. “Hoje há um grande número de lojas voltadas para esse nicho de consumo. A cada hora surge uma. Corre o risco, inclusive, de ficar saturado, mas isso reflete também o quanto o celular é uma necessidade das pessoas. É muito comum recebermos clientes ansiosos porque o aparelho deu problema”.

Entre os casos mais comuns, o técnico cita a tela quebrada, problemas no touchscreen ou no display. “O importante mesmo é nós avaliarmos o equipamento, porque 90% dos defeitos têm solução. Às vezes a pessoa deixa o celular cair e isso pode danificar alguma coisa que prejudica o uso da tela. Mas conseguimos solucionar. O caso mais grave mesmo está ligado à queima da placa, que em sua maioria é cara e não compensa o conserto”.

Parte da equipe de técnicos, Natã de Oliveira ressalta, para os usuários, o valor da película. “É necessário o consumidor ter cuidado e usar uma película, porque ela protege bastante o celular. Algumas quedas podem ser bem danosas, mas, em grande parte delas, se o celular tiver com película, não há problema. Hoje existe até opções para o usuário, como a película de vidro, que tem sido muito requisitada para proteção”, orientou.

Wesley Santos aborda, por fim, um tema importante para o público que acaba tendo que recorrer à assistência técnica: a privacidade. “Nós deixamos tanto o chip quanto o cartão de memória com o cliente, justamente para não ocorrer esse medo ou desconfiança. Além disso, o conserto exige a abertura do aparelho e, logo, é só dele que necessitamos. Se acontecer de a pessoa tiver que ir a uma assistência, não precisa deixar o celular com o cartão de memória ou o chip. Isso facilita até o trabalho do técnico”.

Texto produzido em:  20/08/2015