Repetindo a velha e desgastada fórmula da receita de economia, governos federal, estadual ou municipal, cortam, sem nenhum pudor e generosamente a verba destinada à educação, justamente no momento em que a criminalidade infanto juvenil atinge patamares dos mais preocupantes no seio da sociedade brasileira.
Não que apenas essa medida pudesse apagar de sua personalidade os traumas vivenciados desde o seu aluguel ainda bebê para captar esmolas no colo de alguma adulta, pelos sinais de trânsito ou manipulado por quadrilhas para cometer delitos, mas, certamente, mostraria o outro lado da opção que a educação, em tempo integral, poderá lhe oferecer.
E aos adultos que se escudam por trás dessa impunidade, o rigor da lei, isto é, a sua tipificação como crime hediondo no Código Penal Brasileiro.
Na contramão de todo esse processo, vivo a felicidade de comemorar, ao lado de Andréa, minha mulher, 18 anos de meu casamento de extrema felicidade, tornando possível a afirmação convicta de que o meu amor é dimaior, mesmo correndo o risco de ser interpretado como piegas ao dar visibilidade pública a uma emoção tão pessoal.