Há milênios a arte exerce seu fascínio na vida dos seres pensantes. Analisando fragmentos estéticos rupestres, e demais produção artística histórica, notamos que o homem sempre se manifestou artisticamente desde a pré-história até os dias atuais. Repetindo seu impulso criador durante todos estes anos.

Felizmente hoje em dia, contamos com uma infinidade de outros materiais e suportes de produção artística além das rudimentares pedras, tais como: grafitagem, instalações, arte midiática, arte computadorizada, vídeo, fotografia digital, inclusive as novas tecnologias de comunicação e a internet. Devido a essa plasticidade, a arte desenvolve importante papel na sociedade, disseminando culturas, costumes, ideologia, moral e estética entre seus praticantes e admiradores.

A arte proporciona nos seus praticantes um contato íntimo com seu “eu” interior, partindo do pressuposto sensível de sua bagagem cultural, afinado em paralelo com sua personalidade e consequente visão de mundo.

Os verdadeiros artistas, em um modo amplo deveriam ter a consciência e o dever de levar ao público “obras” de qualidade ética e estética, considerando as influências de sua produção numa massa virgem de capacidade de discernir o bom do ruim. 

Texto: 20/05/2015