Embora a maioria das alterações externas do aparelho genital feminino esteja relacionada com fatores que vão ocorrendo com o avançar da idade, nem sempre é essa a realidade. Em alguns casos, há alterações hormonais, por exemplo, na adolescência, que condicionam aspectos definitivos da aparência genital feminina. Essas alterações podem também estar associadas a diabetes, obesidade, gestações, etc.
Cada vez mais, as mulheres, da mesma forma que dão atenção a outras partes do corpo que pretendem melhorar,  preocupam-se com a aparência do órgão sexual, para se sentirem mais autoconfiantes, desinibidas e satisfeitas.
As  queixas mais comuns:
•    Hipertrofia (aumento) dos pequenos lábios;
•    Aumento ou diminuição do tecido adiposo supra-púbico (gorduras  do monte de vénus);
•    Perda de tecido adiposo dos grandes lábios;
•    Alterações do intróito (entrada) da vagina;
•    Alterações da pigmentação da região peri-vaginal e peri-anal.
O tratamento tem várias vertentes, consoante as áreas envolvidas. As várias técnicas podem implicar o uso de laser, de peelings, ácido hialurónico, cirurgia e fisioterapia.
O laser (geralmente de C02 fracionado) permite diminuir a flacidez, contrair os diâmetros e  melhorar alterações da pigmentação.
Os peelings, da mesma forma que utilizados para outras áreas do corpo, visam melhorar a textura da pele das áreas abordadas e promover um clareamento das mesmas.

Texto: 20/04/2017