Inovações tecnológicas como o ES Complex, que vêm sendo utilizadas em atletas, permitem detecçar doenças com mais precisão e auxiliam diversas áreas da saúde, como a medicina ortomolecular, favorecendo diretamente a busca por uma melhor qualidade de vida

 

Dr. Cláudio Cola

 

 

 

Um dos principais desafios da medicina moderna é detectar, com precisão, as particularidades do organismo de cada pessoa e assim descobrir eventuais problemas para apontar as melhores soluções. Ao invés de se buscar exames comuns e investir em medicamentos convencionais, que deixa o processo mais longo e custoso, algumas tecnologias oferecem um tratamento muito mais rápido e efetivo, devido ao uso de aparelhos que permitem a visualização de toda a fisiologia humana com base em algoritmos validados em pesquisas clínicas e metanálise. Parece coisa do futuro? Pode ser, mas a verdade é que ela já é mais presente do que nunca. Trata-se do ES Complex, que está proporcionando várias aplicações inovadoras na saúde, conforme explica o Dr. Cláudio Cola, especialista em Clínica Médica e Pós-Graduado em Medicina Ortomolecular. “O ES Complex é composto por eletro-sensores que, em conjunto com um software específico, mede parâmetros da fisiologia humana. Esses parâmetros são medidos em 2 minutos e os resultados ficam imediatamente disponíveis. Com isso, conseguimos uma avaliação completa de fatores de risco cardio-metabólicos, além de detectarmos outros problemas, como a resistência à insulina, fator de maior risco de diabetes tipo II e doenças cardiovasculares. O aparelho permite ainda a detecção precoce de neuropatia periférica em pacientes diabéticos e de doenças cardíacas, diabetes e neuropatia autonômica cardiovascular”, disse. O exame, que se caracteriza por ser rápido, indolor, não invasivo e com resultados imediatos, foi tema de reportagem na Folha de S. Paulo pelo uso da tecnologia em atletas da Confederação Brasileira de Atletismo. O objetivo era avaliar e sanar problemas dos atletas a fim de prepará-los para as Olimpíadas do Rio. Com o uso do aparelho, certificado pela Anvisa, foi possível descobrir fatores que afetam a performance esportiva, da sobrecarga em treino ao nível de estresse. As medições, por meio de estímulos elétricos, suor e batimento cardíacos, mostraram na hora como o esportista estava física e mentalmente. A boa notícia, porém, é que esse mesmo poder de análise e detecção serve não só aos atletas, mas a todos que necessitam de uma melhor qualidade de vida. Sobretudo quando se fala em medicina ortomolecular, especialidade do Dr. Cláudio Cola, que beneficia inúmeros pacientes. “Ela pode ser entendida como a bioquímica aplicada à medicina, especialmente na prevenção, mas também no tratamento de doenças. A medicina ortomolecular é eficaz naquilo que ela se propõe a fazer, que é o equilíbrio (“orto”) do metabolismo (“molecular”). Então, como todos nós, independente de idade, produzimos radicais livres, a medicina ortomolecular se aplica desde a infância, na correção do déficit de crescimento por exemplo, até a senilidade, no recuo dos sintomas do mal de Alzeimer, passando ainda pelo controle de todas as doenças metabólicas como obesidade, diabetes, infertilidade, depressão, fibromialgia e todas as demais. E, com essas novas tecnologias, esse trabalho fica ainda mais preciso”, conta Dr. Cláudio, frisando as vantagens do uso do ES Complex nesse sentido. “O exame é indolor, sem efeitos colaterais e rápido, com resultados imediatos e sem atraso. Ele detecta fatores de risco cardio-metabólicos precocemente, além de oferecer uma avaliação da composição corporal: massa magra, massa gorda, massa muscular e água corporal. Outro benefício é o entendimento da patologia, riscos e sintomas através da visualização dos gráficos e dados, bem como a avaliação do estilo de vida e o impacto na saúde de vários parâmetros, o que potencializa o tratamento. É um outro nível para tratar e prevenir problemas graves, como o diabetes tipo 2 e as doenças cardiovasculares, por exemplo”. O ES Complex é, assim, um check up indolor, não invasivo e rápido, que pode detectar precocemente doenças que ainda não apresentaram sintomas. Quem não se habilita? 

 

 

 

Texto produzido em: 22/07/2014