O número de visitantes no Parque Municipal Atalaia, no primeiro semestre de 2019, foi de 3.182 pessoas. O parque é um refúgio da natureza, a menos de meia hora da área central de Macaé. O bosque abriga rico ecossistema em fauna e flora e tem sido destino certo para quem busca maior contato com o meio ambiente, tranquilidade e até mesmo aventura. A visitação ao parque pode ser feita de quarta-feira a domingo, de 9h às 16h. Para grupos com mais de 15 pessoas, deve-se enviar e-mail para agendamento.atalaia@gmail.com. Menos que isso é só comparecer ao bosque e usufruir de sua natureza exuberante. Famílias inteiras visitam esse local ecológico, administrado pela secretaria de Ambiente e Sustentabilidade, da Prefeitura de Macaé. 
Aberto à população, o Parque Atalaia fica a 27 quilômetros do centro de Macaé, localizado no distrito de Córrego do Ouro. Árvores gigantes, muito verde, riachos, trilhas para todos os gostos e boa receptividade por parte de sua equipe podem ser acessados pelos visitantes. Lá, os cidadãos são atendidos e conduzidos às trilhas pelo coordenador do parque, o biólogo Alexandre Bezerra e os monitores Vicente Klownoski e Marcelo Tavares. O coordenador do Parque Atalaia contou um pouco sobre as cinco trilhas existentes no local. A trilha dos “Sentidos” tem 80 metros de extensão e é percorrida em cinco minutos. É ideal para pessoas com deficiência, idosos e crianças. Já a trilha do “Mirante” tem 800 metros de comprimento, havendo da partida até o final um tempo de 35 minutos. “Esta trilha é mais contemplativa e nela está o Mirante, de onde se observam as árvores da Mata Atlântica, figueira centenária e riacho”, explica. Na trilha de “Captação de Água”, o trajeto de 1,7 mil metros dura uma hora para ida e uma hora para retorno. “Nela, podemos estar no espaço onde houve o centro de captação de água, que funcionou no início do século passado”, conta Alexandre Bezerra. Outro caminho é a trilha das “Ruínas”, que tem 1,2 mil metros, podendo-se percorrer este trecho em uma hora e contemplar ruínas de mais de 100 anos, construídas possivelmente por escravos. Por último está a trilha “Científica”, restrita para pesquisa e análises de estudo acadêmico. Abriga animais em extinção e tem 1,5 mil metros de extensão. Só com autorização se pode percorrer este trajeto.

Texto produzido em: 20/08/2019