A experiência da Olimpíada no Rio de Janeiro foi algo único na vida de quem, de alguma forma, participou deste que é o maior evento esportivo do mundo. Imagina então para quem trabalhou e fez parte da história desta edição dos Jogos Olímpicos? O campista Marcelo Leandro pode contar isto com propriedade. Ele foi árbitro de linha em 11 partidas do vôlei na Rio-2016 e pôde ver de perto os principais nomes da modalidade na atualidade.
“É realmente uma emoção indescritível participar de uma Olimpíada, de viver aquela atmosfera, de estar acompanhando a história do vôlei acontecer diante dos seus olhos, além de todo aprendizado e troca de conhecimento que acontece entre os profissionais que trabalham em um evento desta magnitude”.
O campista foi árbitro de linha nos jogos da primeira fase entre Coréia x Japão (feminino), Estados Unidos x Canadá (masculino), Rússia x Camarões (feminino), Rússia x Argentina (masculino), Itália x México (masculino), China x Sérvia (feminino), Polônia x Rússia (masculino), Estados Unidos x China (feminino) e Itália x México (masculino). Ele ainda trabalhou em mais duas partidas das quartas de final Canadá x Rússia (masculino) e Sérvia x Rússia (feminino).
Entretanto, para chegar a Olimpíada, Marcelo acumulou experiência ao longo de quase duas décadas como árbitro em competições municipais, estaduais e nacionais. Amante do vôlei – Marcelo chegou a jogar por dois anos pela Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) –, Marcelo Leandro fez o curso de arbitragem em 1997. “O início foi na categoria regional, com muitos jogos estudantis em Campos e que levo com muito carinho por ser uma competição municipal e de onde surgem os novos talentos. Depois passei para categoria nacional na Confederação Brasileira de Voleibol e pouco depois para internacional na Federação Internacional de Voleibol”.

Texto produzido em: 23/08/2016