Uniredentor – Sempre na vanguarda do ensino

Joaquim Cunha, reitor da UniRedentor

Nunca a educação necessitou tanto do uso de tecnologias como no mundo contemporâneo. Ainda mais agora, em 2020, com a chegada da pandemia do novo coronavírus, que fez milhares de estudantes se adaptarem às aulas virtuais, inaugurando um cenário totalmente diferente para o contexto educacional brasileiro – que, inclusive, já vinha demonstrando uma grande tendência para o emprego das plataformas on-line em seu processo de ensino.
Basta observar, por exemplo, o crescimento de alunos do ensino superior em cursos à distância, como divulgou recentemente a CNN Brasil. Segundo o veículo, o salto foi de 378,9% em 10 anos. E, pela primeira vez na história, o número de ingressantes no formato EAD ultrapassou a quantidade de estudantes que optaram por iniciar a graduação presencial. Ao todo, 50,7% (1.559.725) dos alunos de instituições privadas escolheram o formato EAD e 49,3% (1.514.302) o modo presencial, conforme o Censo da Educação Superior 2019, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC).
Todo esse contexto demonstra o quanto uma instituição antenada às novas tecnologias e às demandas do mercado atual pode se destacar entre as demais. Algo, por exemplo, que o Centro Universitário Redentor conhece muito bem, já que, há tempos, se tornou uma das grandes referências do ensino superior do país e sempre esteve na vanguarda no uso de novas metodologias e tecnologias, a fim de garantir toda a qualidade do ensino ofertado aos alunos. É um pouco sobre isso que conversamos com Joaquim Cunha, reitor da UniRedentor, que fez uma breve retrospectiva da instituição este ano, destacando o uso de tecnologias e revelando outras novidades importantes para o alunado. Confira.
Mania de Saúde – 2020 tem sido um ano difícil para o mundo inteiro, mas o histórico da UniRedentor sempre foi marcado por superar grandes desafios para tornar-se referência no mercado. Nesse contexto, na sua visão, qual seria a maior conquista da instituição este ano?
Joaquim Cunha – 2020 foi um ano de muitos desafios. É um ano que entra para a história da UniRedentor, porque ele marca a chegada do grupo Afya, então, a gente passa a fazer parte do maior grupo de educação médica do Brasil e, com isso, obtemos uma série de ganhos, como implantação de novos processos, implantação de novas metodologias e tecnologias, entre outros benefícios. A UniRedentor atinge a sua maioridade, completando os 18 anos e acho que a grande conquista desse ano, para além de passar a integrar o maior grupo de educação médica do país, foi a gente continuar levando a nossa proposta de valor, ou seja, continuar entregando educação de qualidade, prosseguir transformando a realidade e a vida das pessoas, mesmo em um ano que a gente teve a imposição de uma série de desafios, por conta da pandemia. Este é, sem dúvidas, o grande marco de 2020.
Mania de Saúde – Este ano, também, a área da saúde entrou muito em evidência, por conta da pandemia. Como você analisa os cursos de saúde da instituição?
Joaquim Cunha – Nós, da UniRedentor, somos um Centro Universitário amplo, com cursos de qualidade nas várias áreas do saber, com destaque para a área da saúde, já que temos um curso de medicina importante e outros tantos cursos, como enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, nutrição, então, nós temos um repertório na saúde bem interessante e entendo que este ano também veio mostrar que a gente tem preparado os profissionais que se formam conosco para atuarem de maneira transformadora no mundo contemporâneo, mundo este que tem desafios cada vez mais difíceis e que demandam competências cada vez mais inovadoras. A gente viu, principalmente através da nossa atuação no enfrentamento ao Covid-19, com a participação dos nossos estudantes, que temos cursos capazes de desenvolver competências e formar profissionais adequados para atuarem neste mundo contemporâneo.
Mania de Saúde – Quais os planos para 2021? Existe algum curso novo em vista para os próximos anos?
Joaquim Cunha – Para 2021, temos a previsão de algumas novidades sim no nosso portfólio de cursos, principalmente pensando na Educação a Distância, muito em virtude das mudanças trazidas pela própria pandemia. Então, nós sabemos que vamos fazer investimentos e ampliações no uso de tecnologias, principalmente para educação em medicina, mas também nas várias outras áreas de conhecimento que a UniRedentor abrange. Estamos programando, planejando uma expansão da nossa amplitude, muito ancorada pela Educação a Distância. É a gente cada vez mais levando a nossa proposta de valor, de qualidade, que a UniRedentor sempre teve, mas também aliada agora à proposta de valor baseada em saúde, educação e tecnologia, que é do Grupo Afya.