Muita gente não sabe, mas estudantes do Brasil inteiro estão com os olhos voltados para Itaperuna. É que, no dia 28 de outubro, será realizado mais um vestibular de Medicina da UniRedentor, com 40 vagas disponíveis para o primeiro semestre de 2018. O processo seletivo é sempre um grande acontecimento na instituição, não só por atrair muitos estudantes (no último vestibular, por exemplo, foram cerca de 800), mas por demonstrar como o curso da UniRedentor tem se destacado no país.
Tanto que, na primeira semana deste mês, a instituição estará realizando, em Itaperuna, o I Congresso Interdisciplinar em Atenção Básica à Saúde, evento que já entrou no calendário da Secretaria Estadual de Saúde. Além disso, os docentes da UniRedentor têm levado aos congressos de educação médica toda a experiência adquirida com os alunos na atenção básica, servindo de modelo às atuais exigências do MEC – o que faz o curso entrar na vanguarda e se tornar uma excelente opção para quem sonha em ser médico.
Coordenadora do curso de Medicina da UniRedentor, a médica ginecologista Dra. Renata Gontijo Amil falou ao Mania de Saúde sobre essa experiência. “Desde que o curso começou, até agora, temos obtido excelentes resultados. Eles nos instigam a fazer sempre o melhor. A estrutura do curso, por exemplo, melhora a cada semestre, com novos professores, novas salas e laboratórios, peças anatômicas de última geração, mais materiais humanos, aquisição constante de livros, tudo para deixá-lo apto a receber uma quantidade maior de alunos sem comprometer a qualidade do ensino”, diz Dra. Renata. “Essa estrutura nos permite oferecer um projeto pedagógico inovador e totalmente alinhado às exigências do MEC. O aluno tem contato com a atenção básica desde o primeiro período e recebe uma formação generalista, com base no humanismo, que resultará num profissional mais completo ao fim do curso”, acrescentou.
Outro destaque recente foi o início da semiologia (quando os alunos do 5º período começam a praticar a medicina, estudando os sinais e sintomas dos pacientes junto com os professores). A UniRedentor contratou 15 médicos de renome para esse trabalho, que oferece consultas gratuitas à população em diferentes áreas da saúde – enriquecendo, assim, o repertório do aluno, como destaca a coordenadora da semiologia, Dra. Ana Vitarelli.
 “O Ministério da Saúde e o MEC vêm tentando, há anos, implementar um jeito de ensinar medicina para atender às necessidades básicas do país. Não adianta, por exemplo, formar um profissional especialista em uma área muito específica se ele não atender às inúmeras carências do povo brasileiro. Para se ter uma ideia, cerca de 85% dos problemas de saúde são resolvidos no atendimento primário. Qual o sentido, então, de ter um ensino médico voltado para o atendimento terciário em nível de hospital? Nenhum. A vantagem do nosso curso é justamente oferecer todo esse treinamento na atenção básica. Nossa semiologia segue esse preceito e atua em diferentes áreas para o aluno ter contato com a mulher, o idoso, a criança, a gestante, o homem adulto, a adolescente… Isso enriquece a prática médica e não deixa o aluno restrito a apenas uma visão de saúde”, frisa Dra. Ana. “Até porque a medicina não é feita só no hospital. Ela também está nos programas de saúde da família, no atendimento básico à população, nos postos de saúde, nos consultórios, nas clínicas, nos ambulatórios, ou seja, nos ambientes onde é possível aprender coisas que, de certa maneira, não estão presentes nos cursos mais hospitalocêntricos. A saúde brasileira é muito ampla. Há diversos cenários dentro dela. O aluno tem que conhecer todos eles. Claro que o hospital é importante. Mas, aqui, ele é apenas uma cadeia do processo, não o elo central do curso. É isso que preconizam o MEC e o Ministério da Saúde: oferecer o atendimento básico para evitar que o paciente chegue ao hospital. A formação generalista que oferecemos aqui segue esse objetivo”.
No mês em que se comemora o Dia do Médico, ver um curso de Medicina desta monta é um presente para toda a região que, a exemplo do país, deseja uma saúde mais acessível para todos.

Texto produzido em 22/09/2017