No mês passado, a UniRedentor realizou mais um vestibular de Medicina, atraindo estudantes do país inteiro em busca de sua tão sonhada vaga. Isso mostra que o processo seletivo do melhor Centro Universitário do Estado do Rio de Janeiro entrou de vez no calendário nacional, tanto pelos altos indicadores obtidos pela UniRedentor junto ao MEC, quanto pela própria qualidade do curso de Medicina, considerado um dos mais avançados do país ao privilegiar a atenção básica em toda a sua plenitude.
Para explicar um pouco desse sucesso, o Mania de Saúde ouviu a coordenadora do curso, a médica Dra. Renata Gontijo, que ressaltou alguns dos diferenciais da UniRedentor para a Medicina, a começar pelo tempo de estudo dos alunos. 
“Nosso curso tem uma carga horária alta. O MEC solicita, no mínimo, 7.200 horas. Aqui, na UniRedentor, temos 9.780. Isso nos permite oferecer um ensino de qualidade, pois os conteúdos são passados de maneira completa, atendendo às exigências dos nossos alunos e, também, da população, que precisa de um atendimento médico mais amplo e mais humanizado. O aluno que entra na UniRedentor reconhece essa qualidade. Ele sabe que o conteúdo é extenso, que a média para passar é mais alta e, portanto, terá que estudar mais. A grade curricular foi montada com as disciplinas básicas de todo curso de medicina, mas incluindo algumas disciplinas que farão diferença na formação desse aluno, justamente para fazer dele um profissional de excelência no mercado”.
Ela aponta outros elementos de destaque do curso. “A iniciação do estágio, desde os primeiros anos, é outro diferencial da UniRedentor, bem como a disciplina de semiologia, que terminamos agora (5º e 6º períodos), com o atendimento ambulatorial no CACI e com as demais parcerias, que foram primorosas para esse trabalho. No curso, utilizamos as chamadas metodologias ativas, como a problematização, sessões tutoriais, pacientes simulados e laboratório de habilidades, para que o aluno seja o protagonista da sua aprendizagem, e mais, para que seja comprometido com esse aprendizado. O retorno que tenho é que o curso é difícil, mas que estão saindo, a cada período, alunos mais completos, preparados e com uma visão global do paciente como pessoa, não como uma doença. Para mim, como coordenadora, ver esse time de professores empenhados e envolvidos com uma formação diferenciada, o curso evoluindo e esses alunos tão bem preparados, é motivo de muito orgulho, que aumenta o nosso propósito de fazermos sempre o melhor”.

 

Palavra de Aluno

 

Mesmo em dia de prova, o Mania de Saúde conseguiu ouvir alguns alunos de Medicina para saber, deles, o resultado dessa proposta. É o caso do acadêmico Pedro dos Santos Pimentel, do 6º período, que ressaltou a qualidade do curso e do corpo docente. “Estou gostando bastante do curso. Ele é bem puxado, principalmente pela carga horária, mas as aulas são muito boas, bem como os professores, que são excelentes. Acho importante esse foco dado à atenção primária. Os professores, inclusive, frisam muito que cerca de 80 a 90% dos casos são resolvidos nessa fase de atendimento. E isso é um grande gargalo da saúde do nosso país, porque tudo deságua no hospital, que superlota e fica sem leito, sendo que a maioria dos problemas poderia ter sido resolvida nos postos de saúde. Esse foco do curso é essencial para a nossa formação”.

 

 


Opinião parecida tem os acadêmicos Gabriel Marotti de Oliveira e Nicole Salvaya Teixeira de Souza, do 3º período, que destacam as visitas domiciliares promovidas pelo curso. “Os conteúdos passados para a gente são de muita qualidade. Mesmo com a carga horária extensa, dá para conciliar. Até porque sabemos que isso fará diferença em nossa formação. As visitas às comunidades são um exemplo. Elas agregam muito ao que é passado em sala de aula. A gente aprende bastante ao lidar com o público, seja infantil, adulto ou idoso, pois são realidades diferentes e a gente vai conhecendo todas elas desde o início. Isso enriquece o aprendizado e nos deixa cientes de que seremos médicos de pessoas, não de doenças, fazendo sempre o melhor para a população”.