Criada por Willian Martson em 1942, a Mulher Maravilha era uma representação rara de uma mulher empoderada, forte, inteligente e principalmente, sua figura influenciou fortemente o início da quebra de paradigma que atribuía unicamente aos homens o papel de herói. As mulheres que assistiram a “Liga da Justiça”, por décadas, sabem bem o que significava ter essa mulher extraordinária, apesar de fictícia, como referência. Com a onda da discussão sobre o empoderamento feminino nessa última década, outras heroínas surgiram, como as princesas que não são mais passivas, esperando seu príncipe aparecer para salvá-la, She-ha, Batgirl, Lara Croft, Valente, Moana, Capitã Marvel, entre muitas outras. De alguma forma, todas nós nos sentimos representadas por elas, mas será que somente as mulheres da ficção são tão poderosas?
Diana, esse é o nome da mulher maravilha. Era enfermeira da força aérea americana, oficial da inteligência militar, filha de Hipólita, rainha das Amazonas (criadas por Afrodite, supervisionada por Zeus, para combater Ares, o Deus da guerra). Ela tinha um emprego e um papel importante na sociedade. Ao ler sobre ela, me lembrei de minhas alunas que buscam o aprimoramento na Língua Inglesa. Todas são como Diana. Elas tomam essa iniciativa, com a intenção de se inserir no mercado de trabalho, ou para não ficarem dependentes de seus companheiros quando viajam para o exterior. Outras ainda buscam a excelência para prestar o tão temido teste de proficiência, mas sabe o que todas têm em comum? Elas não estão competindo com os homens, elas apenas querem assumir sua posição de direito na sociedade, o de cidadã.
Com o slogan “Girl Power”, todos os setores dessa mesma sociedade contemporânea vêm buscando soluções para que a mulher se destaque de forma digna e permanente. Buscar o aprimoramento do idioma é um excelente exemplo de coragem, pois voltar a estudar requer poder de decisão, dedicação do seu tempo, já escasso e principalmente disciplina, e isso pode fazer toda a diferença em qualquer área de suas vidas, na menor das hipóteses, mas não menos importante, você pode ajudar seus filhos na tarefa escolar. 
E você, WONDERWOMAN? Poderosa você já é, não só pelo papel que desempenha, mas também pelo que representa para toda a humanidade. Vai ficar aí sentada esperando seu príncipe te salvar ou vestirá sua armadura, se capacitar e usar suas “armas” como ferramentas de transformação e partir pra luta? 
BE A WONDERWOMAN, and MAKE A CHANGE! Por você!