Área de lazer e diversão, a piscina é o local perfeito para reunir família e amigos e aproveitar os dias ensolarados. Na busca por ter esses momentos tão especiais, no entanto, muitas pessoas acabam se esquecendo de tomar alguns cuidados fundamentais para garantir que a utilização da piscina seja segura para todos, das crianças aos idosos.
Além do tratamento químico e físico para garantir a qualidade da água e a estética do espaço, é importante que algumas medidas sejam tomadas a fim de prevenir acidentes. O principal risco quando se fala em acidentes em piscinas é o afogamento. O afogamento pode ocorrer pelo fato de o indivíduo não saber nadar, por quedas, brincadeiras perigosas ou sucção.
As crianças são as principais vítimas de afogamento no país. Qualquer descuido pode ser fatal, e por isso, os cuidados devem ser redobrados com os pequenos, mas adultos e idosos também não estão livres do risco. A segurança é um tema tão importante, que chegou ao Senado em forma de proposta para regulamentar o funcionamento de piscinas. 
A fim de evitar as quedas é recomendado atenção com objetos ao redor da piscina. Outro erro bastante cometido é não se atentar ao piso utilizado no espaço. Escolher um material escorregadio compromete a segurança de quem usa o local e também pode causar quedas. Deixar brinquedos dentro da piscina, por sua vez, é um verdadeiro convite para crianças e pets. Eles podem tentar alcançá-los, acabar caindo dentro da piscina e se afogar.
Outro tipo de incidente que ocorre com frequência nas piscinas está relacionado à sucção. Nesse caso, o cabelo, as roupas e partes do corpo podem ser sugadas pelo ralo e outros equipamentos, impedindo que o banhista retorne à superfície e causando o afogamento.
Diante da necessidade de prevenir acidentes, uma proposta que regulamenta o funcionamento de piscinas foi aprovada na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor. Ela torna obrigatória a instalação de um dispositivo que aumente a segurança na piscina, evitando a sucção de membros do corpo e o enlace de cabelos. A regulamentação estabelece ainda responsabilidades também para os usuários, como o respeito à sinalização de advertência e às normas de utilização da piscina, tudo para contribuir com a prevenção de acidentes. Já existem no mercado excelentes opções que se adaptam às exigências da nova norma. O sistema inteligente monitora o fluxo de circulação e filtração da água da piscina, desligando automaticamente ao detectar o bloqueio total ou parcial de qualquer dispositivo de sucção. 
Com o desejo de tornar a piscina cada vez mais moderna e seguir as principais tendências de decoração e paisagismo, são feitos investimentos em sistemas de iluminação. No entanto, se a instalação não for realizada por profissionais especializados ou não contar com materiais de qualidade seguindo a norma NBR 5410, os usuários passam a correr riscos de receber choques elétricos, comprometendo a segurança e o bem-estar. 
Outro alerta para o banho de piscina são as tempestades. A segurança é comprometida quando alguém coloca a sua vida em risco e decide utilizá-la durante as tempestades. Mesmo que a pessoa esteja apenas próxima do local da descarga, a força do choque é tão grande que ela pode sofrer o impacto. Em distâncias maiores ou menores, os riscos são graves: sofrer queimaduras, asfixia e até paradas cardíacas. É essencial que, durante as tempestades, ninguém entre na piscina. Os elementos químicos presentes na água são condutores elétricos, e podem colocar a vida do banhista em risco. Além disso, dentro da água, o corpo atua como um para-raios, atraindo as descargas elétricas.

Texto produzido em: 20/01/2018